

Os leitos de polimento são equipamentos projetados e desenhados para trabalharem com os dois tipos de resinas misturadas, proporcionando uma remoção simultânea de cátions e radicais aniônios em uma única passagem pelo leito.
O polimento é, normalmente, aplicado em seqüência desmineralizadores onde devemos alcançar um alto nível de pureza. No entanto, a mesma tecnologia se permite aplicar no que, normalmente, chamamos de leitos mistos de trabalho, ou seja, equipamentos desenhados para desmineralização de água bruta em uma única passagem.
A Purolite produz as seguintes resinas para polimento e desmineralização em leitos mistos:
Purolite MB 400, Purolite MB 400 IND, Purolite SGC 650 H e Purolite SGA 550 OH
O projeto de um vaso que opera um leito misto deve contemplar um tubo coletor instalado na altura teórica da coluna catiônica.
Uma das etapas da regeneração de um leito misto implica na separação das resinas.
Com a inundação do leito, as resinas catiônicas de maior densidade começam a se acomodar no fundo do vaso, enquanto as aniônicas de menor densidade se acomodam acima do tubo coletor.
Após essa separação, o processo de regeneração consiste na injeção simultânea dos químicos: soda cáustica por cima – na regeneração das resinas aniônicas - e ácido clorídrico por baixo - na regeneração das resinas catiônicas.
Esse efluente percola pela tubulação intermediária, formando uma solução neutralizada.
Para retomada do regime de operação, é necessário misturar, novamente, as resinas com a injeção de ar por 10 ou 20 minutos antes de colocá-la em operação.
A operação desse tipo de vaso é sempre descendente.