
A presença de carbonatos e sulfatos de cálcio e magnésio dissolvidos impedem a formação de uma espuma de sabão, causando o que chamam de dureza da água.
A principal causa da água dura é o hidrogeno combinado com o carbonato de cálcio dissolvido conceitualmente, ou seja, uma água dura é aquela que apresenta concentração elevada desses sais diluídos. Assim, para garantir o melhor funcionamento de equipamentos trocadores de calor como caldeiras e torres de resfriamento, sem os riscos de ataque químico por carbonatos, a água precisa ser abradada.
Sistema abrandador com resinas PUROLITE C-100 e PUROLITE SST-60:

Sistema desmineralizador

Os sais dissolvidos e ionizados presentes na água transformam-na em um eletrólito capaz de conduzir a corrente elétrica. Como há uma relação de proporcionalidade entre o teor de sais dissolvidos e a condutividade elétrica, podemos estimar o teor de sais pela medida de condutividade de uma água. A medida é feita por meio de um condutivímetro e a unidade usada é o MHO (inverso de OHM, unidade de resistência?). Como a condutividade aumenta com a temperatura, usa-se 25ºC como padrão, sendo necessário a correção da medida em função da temperatura, se o condutivímetro não o fizer automaticamente. Para as águas subterrâneas, as medidas de condutividade são dadas em micro MHO/cm.
OBS: No Sistema Internacional de Unidades, adotado pelo Brasil, a unidade de condutância é siemens (S). Para as águas subterrâneas, usa-se a unidade microsiemens por centímetro (µS/cm).
Desmineralização com leito de polimento
Para água com um grande número de sólidos dissolvidos, além de um trem desmineralizador com as resinas PUROLITE C-100 e Purolite A 400, pode se instalar na seqüência um equipamento trocador iônico que trabalha com ambas resinas nos seus graus uniformes: as resinas PPC 100 e PFA 400, polindo esses eventuais sólidos para entregar uma água de qualidade superior.

Veja também: